Última atualização: Agosto 17, 2026
Stem Cell Therapy in Progressive Liver Fibrosis: Uma revisão abrangente
Liver fibrosis is a chronic condition characterized by the excessive accumulation of scar tissue in the liver, levando a comprometimento da função hepática e complicações potencialmente fatais. Stem cell therapy has emerged as a promising approach for treating liver fibrosis by harnessing the regenerative potential of stem cells. This review provides a comprehensive overview of the current understanding of stem cell therapy in progressive liver fibrosis.
Etiology and Pathogenesis of Liver Fibrosis
Liver fibrosis is primarily caused by chronic liver injury, which can result from various etiologies such as viral infections, abuso de álcool, doença hepática gordurosa não alcoólica, e doenças autoimunes. Hepatic stellate cells (HSCs) are the primary mediators of fibrosis. Após a ativação, HSCs undergo a phenotypic transformation into myofibroblasts, which produce and secrete excessive extracellular matrix (ECM) componentes, leading to the formation of fibrotic scars.
Papel das células-tronco na regeneração do fígado
As células-tronco possuem a capacidade de se auto-renovar e se diferenciar em vários tipos de células. No fígado, stem cells contribute to liver regeneration and repair. Two main types of stem cells involved in liver regeneration are mesenchymal stem cells (MSC) e células-tronco hepáticas (HSCs). MSCs can differentiate into hepatocytes, colangiócitos, e outros tipos de células do fígado, while HSCs give rise to hepatocytes.
Mesenchymal Stem Cells for Fibrosis Treatment
MSCs have shown promise in treating liver fibrosis. They can inhibit HSC activation and proliferation, promover a regeneração dos hepatócitos, e modular a resposta imunológica. Preclinical studies have demonstrated that MSCs can reduce fibrosis and improve liver function in animal models of liver disease. Clinical trials are currently underway to evaluate the safety and efficacy of MSC therapy in patients with liver fibrosis.
Vesículas extracelulares e exossomos
Vesículas extracelulares, incluindo populações comumente descritas como exossomos, estão sendo investigados como mediadores da comunicação intercelular e atividade parácrina. Suas propriedades biológicas dependem das células de origem, método de isolamento, caracterização, concentração e condições de armazenamento. Medições expressas apenas como números de partículas não fornecem uma avaliação completa da identidade, pureza ou potência. As alegações clínicas devem, portanto, ser cuidadosamente diferenciadas da investigação laboratorial e da evidência clínica em fase inicial..
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